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Saae investe em saneamento com preservação do Meio Ambiente

O Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae Sorocaba) tem o compromisso com a população de estudar, projetar e executar obras relativas à construção, ampliação e reparos nos sistemas de abastecimento de água potável e coleta de esgoto sanitário, garantindo assim saneamento de qualidade. No entanto, não só assume um compromisso, mas também uma responsabilidade sócio-ambiental, envolvendo a comunidade, preservando e ensinando a preservar o meio ambiente.

O diretor geral do Saae, Ronald Pereira da Silva, enfatiza que o compromisso com o Meio Ambiente está totalmente ligado aos trabalhos realizados pelo Saae ao longo dos anos. “Na gestão da água e do tratamento de esgoto, a Autarquia vem também preservando o Meio Ambiente ao longo dos anos, uma das maiores provas é o Programa de Despoluição do Rio Sorocaba. O processo de despoluição foi iniciado há 20 anos e, naquela época, o pensamento da população era de que seria impossível a despoluição total e, graças ao trabalho realizado pelo Saae, em breve vamos beber a água do rio Sorocaba”, comemora Ronald.

O Saae-Sorocaba busca constantemente investimentos para garantir saneamento de qualidade, uma das metas do atual governo municipal. Segundo o prefeito José Crespo, a qualidade do abastecimento precisa acompanhar o desenvolvimento da cidade. “Para que tenhamos qualidade é preciso investimentos em infraestrutura, buscar recursos para melhorias e o Saae trabalha incessantemente para se manter à frente de todos os percalços e garantir o saneamento de qualidade aos sorocabanos.”

INVESTIMENTOS – A Autarquia vem investindo em obras como a construção da nova Estação de Tratamento de, Água do Vitória Régia (ETA-Vitória Régia) e a instalação de uma linha na Avenida Itavuvu que ligará a nova ETA à rede que abastece a região do Jardim Maria Eugênia. Na sequência serão construídas as linhas que serão interligadas às redes que abastecem as regiões do Conjunto Habitacional Hebert de Souza, do Éden e do Parque Tecnológico/Toyota. O valor exato previsto para ser investido na ETA Vitória Régia é de R$ 77.956.527,01, com recursos do Governo Federal, que incluem financiamento do programa Saneamento para Todos e do programa Contrapartida do Programa de Aceleração do Crescimento (CPAC), além de recursos do próprio do Saae-Sorocaba e financiamento da Caixa Econômica Federal.

A ETA Vitória Régia será inaugurada com capacidade para produzir 750 litros de água tratada por segundo e com a ampliação já prevista, chegará a 1.500 litros por segundo. Esse volume corresponde a 60% de toda a água servida hoje para a população, que é processada na ETA Cerrado e na ETA Éden, que também recebeu ampliação, concluída no ano passado. O início das atividades do novo sistema produtor está previsto para 2020.

O diretor-geral do Saae-Sorocaba, Ronald Pereira da Silva, ressalta que, a cidade tem um dos melhores abastecimentos e qualidade da água do País. “Somos reconhecidos pela qualidade da água que distribuímos, mas não paramos de trabalhar para avançar ainda mais e cumprir todas as metas do atual governo.”

Também estão sendo feitos investimentos na recuperação dos 14 km de extensão da quarta adutora, que transporta a água bruta da represa de Itupararanga pela Serra de São Francisco até a Estação de Tratamento de Água (ETA) Cerrado. A quarta adutora é importante para manobras ou manutenções que se fizerem necessárias em alguma das outras três adutoras em funcionamento, sem precisar reduzir o volume de água que chega para o tratamento. O trabalho é contínuo e consiste na retirada do tubo antigo com a instalação do novo. Na ETA Cerrado, uma obra de revestimento acústico eliminou o problema de ruído alto que incomodada os moradores das proximidades.

ETE S1 – As obras de ampliação da maior Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) de Sorocaba, a ETE S1, localizada no fim da avenida XV de Agosto, no Jardim Leocádia, também estão dentro do cronograma previsto, com 24,52% dos trabalhos executados. O início foi em março do ano passado com a previsão de entrega em meados de 2020. Com o investimento, ela terá a capacidade ampliada para tratar todo o volume de esgoto projetado para ser gerado em 2030. Além disso, devolverá o efluente que já trata, com maior qualidade ao rio Sorocaba.

Para a realização dos trabalhos, o Saae-Sorocaba contratou por concorrência pública, a empresa Construtora Augusto Velloso S.A. O investimento é de R$ 59,2 milhões. São R$ 38,9 milhões liberados pelo Ministério das Cidades, a fundo perdido; R$ 20,3 milhões em financiamentos do Banco do Brasil e R$ 2 milhões em contrapartida do Saae-Sorocaba.

A ETE S1 trata o esgoto gerado por uma população estimada hoje em 200 mil pessoas, que vivem em bairros da região central, Zona Sul e Zona Leste de Sorocaba. O diretor-geral enfatiza que a ETE S1 ampliada tem previsão para começar a operar junto com a ETA do Vitória Régia, o que permitirá a redução de custos com o tratamento da água que será capitada do próprio rio Sorocaba, independentemente do sistema de adutoras da Serra de São Francisco. “O tratamento na ETE-S1 remove hoje a média de 81% da carga orgânica do efluente devolvido ao rio. Após a reforma, a remoção da carga orgânica vai superar os 90%. Também vai elevar a capacidade de tratamento do volume (vazão) em 13%.”

RESERVATÓRIO DE CONTENÇÃO DE CHEIAS – A obra da segunda bacia do Reservatório de Detenção de Cheias (RDC) do córrego da Água Vermelha está em pleno vapor e deverá ser entregue à população no segundo semestre. “A partir da conclusão da primeira bacia, no ano passado, acabaram os alagamentos na rua Visconde do Rio Branco. As obras prosseguem e a segunda bacia acaba com os riscos de alagamentos nas vias próximas”, ressaltou.

Equipes do Saae Sorocaba fizeram o plantio de 15 mudas de árvores nativas fornecidas pela Secretaria de Meio Ambiente na ilha instalada no meio do RDC. A solicitação de instalação da ilha foi do próprio prefeito José Crespo. “Por se tratar de uma obra impactante do ponto de vista ambiental, particularmente da biodiversidade local, acho importante a implantação desta ilha de pequenas dimensões, onde serão criadas as condições adequadas ao abrigo de animais ribeirinhos.”

A ilha foi projetada para ser um Refúgio da Biodiversidade, que são locais de proteção à flora e a fauna, onde a integridade dos habitats é conservada através de ações como plantios de mudas nativas, manejo da roçagem, controle de espécies invasoras e enriquecimento de habitats, implantados em margens dos rios, córregos e lagos, praças e parques. Esta ação vai ao encontro das metas de Aichi, onde se definiu as diretrizes através do “Objetivo Estratégico C” que visa melhorar a situação da biodiversidade protegendo ecossistemas, espécies e diversidade genética e de como a humanidade deve considerar a natureza, culminando na declaração da Assembleia Geral das Nações Unidas de que, entre 2011 e 2020, seriam conhecidos como a Década das Nações Unidas sobre Biodiversidade (Resolução 65/161), objetivando assim apoiar e promover a implementação dessas metas.

Já o diretor geral do Saae Sorocaba, Ronald Pereira da Silva, lembra que além de resolver as enchentes na região a entorno da segunda bacia será transformada em uma área de convivência e prática de atividades físicas. “Estamos resolvendo um problema antigo de enchentes e a população também está ganhando uma nova área de lazer”, explica Ronald.

A segunda bacia de contenção terá uma área de 29,9 mil metros quadrados, compreendendo as ruas Marechal Dutra, Manaus, Aracaju, Natal, Garcia Redondo e Visconde de Cairu, nas proximidades da Escola Técnica Estadual Fernando Prestes, e terá capacidade para receber um volume de 74.750 metros cúbicos de água.

O Diretor Operacional de Esgoto, Rodolfo Barboza explica que o RDC Água Vermelha faz parte de um conjunto de obras que inclui duas bacias de contenção para a eliminação de pontos de alagamento. “A obra tem área total de 42.650 m² e abrange os bairros Jardim América, Vila Jardini, Jardim dos Estados, Jardim Paulistano e Jardim Embaixador. Durante um determinado tempo, o sistema de drenagem funciona mediante a contenção das águas pluviais por bacias. Quando o nível máximo de contenção é atingido, inicia-se o processo de escoamento gradativo da água, por um sistema extravasador.”

Fonte: SECOM

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