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Fábio Assunção sobre vício: “Já superei essa questão, isso não faz mais parte da minha vida”

Psicólogo e Escritor Alexandre Bez comenta sobre 6 gatilhos mentais que levam aos vícios

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Reprodução de Internet

Nos últimos meses, Fabio Assunção foi alvo de inúmeros ataques e julgamentos nas redes sociais em decorrência aos episódios desconfortáveis relacionados a álcool e drogas. Recentemente em uma entrevista o ator revelou que não lida mais com esses tipos de problemas.

 “Já superei essa questão, isso não faz mais parte da minha vida”, afirma Fabio.

Pensando nisso, o Psicólogo e Escritor Alexandre Bez fala sobre o assunto e aponta 6 gatilhos mentais que levam aos vícios. “Todos estão sujeitos em algum momento a amalgamar em alguma substância, podendo essa conter elementos de solidificação externa como drogas, álcool ou apenas vícios de características internas desprovidos de elementos químicos, como por exemplo jogo patológico, acumuladores e etc”, afirma Alexandre.

O vício, como no caso do ator, é muito difícil de liquidar, geralmente o início se dá por vários motivos, mas independentemente da etiologia existencial a cessação é bastante trabalhosa.Segundo o psicólogo a compulsividade é tão e apenas mental, e precisa de tratamento.

Confira alguns “gatilhos que levam aos vícios:

    Questão Mental: Acompanhar o grupo e as pressões sociais desse grupo (ou de um ou dois amigos, companheiro (a) que induzem demasiadamente a pessoa usar.  Desta maneira, há a impressão de estar fazendo parte de algo, de acordo com a resposta que vem de sua esfera mental.

    Questão Mental: A sensação (não sentimento), em estar tendo um bom momento — ao lado de seus parceiros do vício (há um entendimento cerebral, de que ao usuário “ele não está desfrutando de algo ilícito sozinho”) podendo sentir “menos culpa” em suas ações, se responsabilizando menos aos olhos da sociedade. 

       Questão Mental: Provavelmente, o mais emblemático dos motivos psicológicos de todos os usuários. A sensação (errônea) da conduta de fuga. Ao usar a droga, o cérebro entra em êxtase, se afastando do real motivo que repousa em seu inconsciente, sendo mesmo o “Sr.” de seu comando mental. Há ainda, uma sensação de que “posso controlar a droga”, mas na verdade não pode. É ela quem controla, então aquela impressão, de que seria temporário (o uso das drogas), torna-se permanente.  

        Questão Mental: A sensação do relaxar. A droga ao afastar a pessoa do seu conflito ambiental, através da sensação analgésica que provoca, cria uma ilusão. Ilusão essa que precisa ser sempre reposta, através das novas doses, provocando excessos e possibilidades em ter overdose, e óbito.  

    Questão Mental: A droga oferece uma falsa cura. Uma promessa de melhora, em relação ao conflito inicial, o qual você estava vivendo, não se engane, é mentira pura. A droga não te tira do buraco, ela te leva é a um abismo que em milhares de casos, não há volta.  

   Questão Mental: A necessidade em afirmação perante aos amigos e a um grupo. O receio em falar não!

     A principal recomendação:

    “Se afastar de um ambiente com pessoas tóxicas, que podem levar a uma nova onda de consumo”, reitera Alexandre.

Fonte: Márcia Stival Assessoria

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