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Calculose renal ou pedra no rim leva 150 mil pessoas por ano ao pronto atendimento

Hospital Evangélico de Sorocaba é referência na área e conta com serviço especializado à disposição da população.

Mais conhecida “como pedra no rim”, a calculose renal é a causa de uma das dores mais intensas e que levam as pessoas ao pronto atendimento. No Brasil, segundo o Ministério da Saúde, são mais de 150 mil casos por ano. 

A dor do cálculo é aguda, forte e, geralmente, começa na lombar e irradia para a virilha ou testículos. Segundo estudos, ao longo da vida, a chance de se desenvolver o problema está entre 10% e 15% e, de forma geral, atinge mais homens de etnia branca, com idade entre 20 e 40 anos. “O que precisa ser dito é que a calculose é um problema recorrente, ou seja, a pessoa que teve uma vez tem 50% de chance de apresentar outro episódio”, explica Dr. Gustavo Gun, médico cirurgião e urologista do Serviço de Calculose Renal do Hospital Evangélico de Sorocaba.

Mas, afinal, o que é a “pedra no rim”?  O nome soa como genérico, pois se trata, na realidade, de uma massa formada por pequenos cristais que se desenvolvem, não apenas no rim, mas em qualquer parte do aparelho urinário, como ureteres, bexiga urinária e uretra.  A dor, ou cólica renal, acontece durante a expulsão desses cálculos, provocando as temidas cólicas. A urina também pode ficar avermelhada e a pessoa ter calafrios, febre, náuseas e vômitos. “Geralmente, devido à intensidade da dor, não é difícil fazer o diagnóstico do cálculo renal. Quando a pessoa chega ao pronto atendimento com dor, a primeira coisa a ser feita é a analgesia. Em seguida, os exames de urina e de sangue, para verificar se é um quadro de infecção”, esclarece Dr. Gustavo.

Quando o paciente chega ao hospital em crise, é medicado e atendido pelo Serviço de Calculose Renal, que conta com uma equipe de especialistas e cirurgiões renomada em toda a região.  Dr. Gustavo Gun, coordenador, salienta que, na maioria dos casos (75%), os cálculos renais são eliminados de maneira natural, sendo expelidos ao urinar. Porém, quando são grandes demais para tanto, é indicada a cirurgia. “Os cálculos que são maiores que 5mm não conseguem ser expelidos pelo trato urinário. O paciente deve ser internado e realizar exames pré-operatórios, inclusive uma tomografia sem contraste que vai indicar a localização exata. Nos últimos anos, a medicina evolui muito e, hoje, a cirurgia é pouco invasiva e bastante segura, feita por endoscopia”, fala.      

Contudo, o médico urologista do Hospital Evangélico de Sorocaba salienta que é importante o paciente continuar com o tratamento, mesmo após a crise. Em algumas situações, são receitados medicamentos para mudar o PH da urina ou, até mesmo, a prescrição de uma dieta para espaçar ou evitar novo episódio. “É muito importante o paciente se cuidar e voltar ao ambulatório para acompanhamento. Não adianta eu limpar o rim da pessoa e ela ignorar que pode ter novas crises”, frisa o especialista.

Dr. Gustavo ainda chama a atenção para dois grandes vilões da saúde dos rins: o excesso de proteínas e de sal. A combinação destes dois fatores com o baixo consumo de água, em longo prazo, faz com que algumas substâncias se acumulem nos rins, formando os cálculos. Por isso, ele recomenda o consumo de, pelo menos, dois litros de água por dia, para que se mantenha um rim saudável e livre de pedras. 

O Hospital Evangélico de Sorocaba fica localizado na Rua Imperatriz Leopoldina, 136, na Vila Jardini, em Sorocaba/SP. Mais informações podem ser obtidas pelo site:www.hospitalevangelico.org.br ou pelo telefone: (15) 2101-6600.

Fonte: QNotícia

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